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Dia Mundial sem Tabaco – 31 de maio

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo.

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Tabagismo

O tabagismo é a dependência do tabaco. A substância está presente em produtos como cigarros, narguilés e charutos. O consumo regular de tabaco é responsável por mais de 50 doenças, entre elas pelo menos 12 tipos de câncer, entre eles:
.Câncer de pulmão;
.Câncer de boca;
.Câncer de laringe;
.Câncer de faringe;
.Câncer de estômago;
.Câncer de esôfago;
.Câncer de pâncreas;
.Câncer de rim;
.Câncer de fígado;
.Câncer de colo de útero;
.Câncer de bexiga;
.Alguns tipos de leucemia

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo.

Componentes do cigarro

Para fabricar um cigarro, são utilizados, basicamente, três ingredientes: papel, filtro e tabaco. As variações das marcas estão relacionadas ao tipo e safra de tabaco que são utilizados. Todas aquelas substâncias tóxicas listadas no verso de caixinhas de cigarro não são colocadas no produto pelo fabricante, mas sim, nascem da combustão. No momento em que se queima o tabaco, acontecem diversas reações químicas que originam a fumaça que é tragada pelo fumante, e que, por sua vez, é extremamente tóxica.

É na fumaça do cigarro, fruto dessas reações químicas, que se encontram milhares de substâncias que fazem mal para o organismo. Cerca de 4.700 desses componentes já foram identificados pela comunidade científica, sendo todos considerados nocivos a saúde. Além dessas, existem muitas outras que os cientistas não conseguem mapear porque sequer conhecem. Entre as substâncias nocivas que podem ser encontradas no tabaco e na fumaça do cigarro, estão:

  • Nicotina, considerada a principal responsável pelo;
  • Acetona, um solvente inflamável utilizado na produção de esmaltes, tintas e até mesmo na indústria de explosivos;
  • Metanol, um álcool usado na produção de combustíveis para carros;
  • Níquel, um sólido intoxicante resistente até mesmo a corrosão;
  • Arsênio, um metal utilizado em pesticidas, vermicidas e venenos em geral.
  • Mercúrio, metal utilizado, entre outras utilidades, para a produção de lâmpadas fluorescentes e pilhas;
  • Butano, um gás inflamável derivado do petróleo;
  • Metanal, um conservante para cadáveres mais conhecido como Formol.

Tipos de fumantes

Fumantes são classificados de acordo com seus hábitos e rotinas em relação ao cigarro. Não existe uma classificação melhor ou pior – se encaixar em qualquer um desses grupos significa estar exposto aos malefícios da nicotina e de outros componentes dos cigarro.

Fumantes passivos

Os fumantes passivos são aqueles que não fumam cigarros em nenhuma frequência ou momento do dia, entretanto, convivem com pessoas que fumam em ambientes fechados – em geral, dentro de casa. Normalmente, são familiares do fumante.
Estão tão sujeitos às consequências do uso regular de cigarros quanto quem os fuma. A Lei Antifumo, regulamentada em 2014, que proíbe o fumo em lugares públicos e fora de locais devidamente demarcados em estabelecimentos comerciais, tem o objetivo de diminuir o número de fumantes passivos no Brasil.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 600 mil fumantes passivos morram anualmente no mundo em decorrência de complicações relacionadas ao cigarro. – Fumantes ativos

Fumantes ativos

São as pessoas que efetivamente fumam cigarros, em qualquer frequência. Podem ser divididos em algumas subcategorias, sendo que um fumante ativo pode se encaixar em uma ou mais dessas subdivisões:

.Fumante ocasional
É aquele que não sente a necessidade de fumar, mas fuma de vez em quando, geralmente em situações sociais, como festas ou encontros com amigos. O problema dessa prática – além da exposição aos malefícios do cigarro – é a possibilidade dela se tornar um hábito.

.Fumante habitual
É aquele que faz do cigarro parte de sua rotina, geralmente relacionando o ato de fumar com algumas tarefas do cotidiano. Há quem sempre precise fumar depois do almoço ou enquanto toma um cafezinho, por exemplo. Relacionar o cigarro com tarefas imutáveis da rotina torna a missão de parar de fumar um pouco mais complexa. Isso porque o cérebro passa a relacionar aqueles momentos do dia – como a hora das refeições ou do café – com a nicotina, como se estivessem obrigatoriamente atrelados ao ato de fumar. Aí, o fumante tem muita dificuldade em executar essas tarefas sem a companhia do cigarro.
As situações que podem estar transformando a sua relação com o tabaco em um hábito e dificultando seu processo de largar o cigarro são, provavelmente, rituais que aparentam ser inofensivos, como:
-Fumar enquanto dirige;
-Fumar sempre que ingere bebidas alcoólicas;
-Fumar sempre que está em determinado lugar;
-Fumar sempre que está na presença de um determinado grupo de amigos.

. Fumante em stress
Costuma utilizar o cigarro como válvula de escape para os problemas. São aqueles que fumam quando precisam se acalmar ou enquanto tem um dia duro no trabalho, por exemplo. Assim como no caso dos fumantes habituais, o perigo está em relacionar o cigarro com determinados momentos ou sensações. O organismo passará a precisar da absorção de nicotina sempre que você estiver passando por problemas.

.Fumante adictivo
É aquele que efetivamente precisa das substâncias presentes no cigarro porque já está viciado nelas. Está sujeito a crises de abstinência e, entre todos os tipos de fumantes ativos, é o que mais tem dificuldade para deixar de fumar.

.Fumantes de terceira mão
Existe ainda uma terceira categoria de pessoas que pode sofrer prejuízos por conta do cigarro que são os fumantes de terceira mão. O termo, relativamente novo, diz respeito à pessoas que são expostas aos malefícios do cigarro ao se expor a lugares e objetos contaminados pelas toxinas do cigarro.
O fumo de terceira mão inclui tudo o que sobra depois da fumaça visível (que leva ao fumo passivo) ter se dissipado no ar. A contaminação provocada pela fumaça do tabaco permanece após o cigarro ter sido apagado em ambientes, carpetes, sofás, tecidos e outros objetos por horas ou até dias após o contato com a fumaça. Ainda não existem estudos relacionando o fumo de terceira mão e o surgimento de doenças, como no caso do fumo passivo, mas é importante manter-se atento aos efeitos residuais do cigarro especialmente em crianças.
Como elas possuem uma respiração mais rápida e entram em mais contato com superfícies empoeiradas, elas acabam ingerindo duas vezes mais poeira do que os adultos.

Segundo a Scientific American, estudos feitos em camundongos sugerem que a exposição às toxinas do tabaco é a principal causa da síndrome de morte súbita infantil, provavelmente provocada por insuficiência respiratória. Dessa forma, o estudo sugere que a medida mais eficaz para proteger os filhos dos efeitos nocivos do cigarro é abandonar o vício.

Grupos de risco

Tende a desenvolver o vício em tabaco qualquer pessoa que já tenha tido contato com o componente em qualquer forma – seja em cigarros tradicionais ou em dispositivos como cigarros eletrônicos e narguilés, por exemplo. Além do contato com a nicotina, alguns outros fatores podem potencializar a sua propensão a desenvolver tabagismo, como:

.Começar a fumar muito cedo
Os cientistas ainda estão tentando entender por quais motivos adolescentes são mais suscetíveis à vícios do que adultos.  A hipótese mais provável até o momento é de que a parte do cérebro responsável por controlar ações, decisões e impulsos em adolescentes é diretamente estimulada por recompensas. Assim, tudo o que proporcionar sensações agradáveis ao jovem organismo irá impactar o indivíduo de forma muito mais marcante do que aconteceria em um adulto. Portanto, quanto mais cedo uma criança ou adolescente entrar em contato com cigarros, maior a probabilidade de se tornar um tabagista.

.Ter familiares que fumam
Diversos estudos sugerem que conviver com parentes que fumam frequentemente tem um impacto negativo no desenvolvimento de crianças e adolescentes, que têm mais chances de desenvolverem tabagismo no futuro. Segundo um levantamento feito pela American Academy of Pediatrics (“Academia Americana de Pediatras”, em tradução livre) publicado em 2013, algo entre 23% e 29% dos filhos de fumantes entre 11 e 17 anos havia fumado em algum momento dos 365 dias anteriores à pesquisa, contra 8% dos filhos de não-fumantes.

.Sofrer de alguns transtornos mentais
Pessoas que sofram de determinados transtornos mentais podem procurar alívio para suas angústias em substâncias que suavizem um pouco os efeitos dessas doenças no organismo. Por isso, pacientes que tenham problemas como depressão, transtornos de ansiedade e estresse pós-traumático, por exemplo, podem ser mais suscetíveis à substâncias com alto potencial viciante, como a nicotina.

.Ter outros vícios
É muito comum que, enquanto tenta abandonar um vício, um paciente acabe o substituindo por outro. Uma pessoa que esteja em tratamento contra o alcoolismo, por exemplo, pode encontrar no cigarro um conforto para os sintomas de abstinência do álcool. Nesse processo, é muito fácil passar de um vício para o outro, sem realmente se curar de nenhum deles.

.Fatores genéticos
Alguns estudos apontam que certos indivíduos podem ser mais suscetíveis a desenvolver tabagismo em relação a outros por conta de fatores hereditários. Os traços desse fenômeno são mais comuns em pessoas que foram expostas ao tabaco antes mesmo de nascerem, durante a gestação.

Causas

O principal motivo que leva ao vício é um componente que não vem da combustão, mas está naturalmente presente na folha do tabaco: a nicotina, que é altamente viciante. Um estudo da Universidade de Massachusetts mostra que, graças à ela, o primeiro cigarro já tem o poder de viciar alguns indivíduos.  Assim que tragada, a substância pode ser absorvida pelo organismo em menos de 10 segundos, afetando diretamente os neurotransmissores responsáveis pelos sentimentos, estados de espírito e comportamento.
Um desses neurotransmissores é a dopamina, que afeta, entre outras coisas, a sensação de prazer. É por isso que, para muitas pessoas, fumar traz sensação de alívio imediata. A nicotina vicia porque é uma substância com efeitos muito rápidos sobre o organismo, sendo totalmente absorvida pelo corpo em cerca de 10 segundos. No processo, o cérebro libera adrenalina, que causa um pico de bem-estar, relaxamento e ânimo.
Entretanto, na mesma velocidade em que esse pico de sensações acontece, também vai embora. E, então, o corpo passa a necessitar dele novamente. Com o passar do tempo, serão necessárias doses de nicotina cada vez maiores para proporcionar o mesmo efeito, fazendo com que seja preciso fumar cada vez mais cigarros.  Além dos aspectos físicos da ação da substância, o cigarro também vicia pelo hábito comportamental. Uma vez que seu cérebro associe determinadas situações do cotidiano com a absorção de nicotina, se tornará cada vez mais difícil passar pelas tais situações sem um cigarro para acompanhar.

O que acontece quando você fuma um cigarro?

A partir do momento que você traga um cigarro:

  1. O alcatrão, substância tóxica e cancerígena, se aloja entre seus dentes e na sua gengiva;
  2. Parte da fumaça entra nas cavidades nasais, irritando a mucosa e as vias respiratórias, prejudicando sua percepção de cheiros;
  3. A fumaça viaja pela laringe, faringe e traqueia, prejudicando as mucosas pelo caminho;
  4. Ao chegar aos brônquios do seu pulmão, a fumaça atinge estruturas chamadas de alvéolos pulmonares, responsáveis por trocar o oxigênio por gás carbônico a cada respiração. É ali, através dos vasos sanguíneos da região, que a maior parte da nicotina (de 70% à 90%) se infiltra e, assim, chega a corrente sanguínea;
  5. A nicotina viaja até o coração, que é uma espécie de painel de controle do sistema circulatório. Dali em diante, a substância pode chegar a qualquer parte do corpo;
  6. Dali, a nicotina vai para o cérebro, onde finalmente aumenta a liberação de dopamina e a endorfina, um outro neurotransmissor que também causa a sensação de felicidade e bem estar.

Ao todo, esse processo dura de 6 a 10 segundos.

Tabagismo: Existe tratamento?

O consumo do tabaco é um dos maiores problemas de saúde pública, de proporções internacionais. Por isso, a abordagem preventiva, novas técnicas terapêuticas e farmacoterápicas efetivas foram desenvolvidas, tornando o tratamento dessa dependência bastante promissor e digno de atualização.
Segundo uma pesquisa (inquérito domiciliar) sobre a prevalência do tabagismo, feita pelo Ministério da Saúde em 15 capitais e mais o Distrito Federal, realizada em 2002-2003, a prevalência média do tabagismo na população brasileira fica em torno de 20%.

Em São Paulo, o percentual de fumantes do sexo masculino é de 23% e o feminino, 17%. Segundo o levantamento, a capital que possui a menor prevalência de fumantes é Aracaju (SE), com 17% de homens e 10% das mulheres. Já a capital com maior incidência de fumantes é Porto Alegre (RS), envolvendo 28% dos homens e 23% das mulheres.

A expectativa de vida de um indivíduo que fuma muito é 25% menor que a de um não-fumante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, três milhões de fumantes morrem por ano de doenças relacionadas com o tabaco. Entre as 25 doenças relacionadas ao hábito de fumar, todas são causas de morte: doenças cardiovasculares (43%); câncer (36%); doenças respiratórias (20%) e outras (1%).

Como é feito o diagnóstico de tabagismo?

O diagnóstico de tabagismo é geralmente um autodiagnóstico – o próprio fumante percebe os sintomas ou chega a conclusão de que vício está prejudicando sua saúde. Um médico também pode recomendar a suspensão do cigarro quando diagnosticar determinados problemas de saúde causados pelo tabaco.
Já o diagnóstico clínico de tabagismo será feito através de uma conversa com seu médico, em que ele ou ela provavelmente fará perguntas sobre seus hábitos e sua relação com o cigarro.
Alguns profissionais também podem aplicar questionários comportamentais para, assim, indicar o tratamento mais adequado para a realidade do paciente.

Teste de Fagerström
O Teste de Fagerström é um questionário rápido, com 6 perguntas, que é aplicado por alguns profissionais de saúde (embora você possa fazer o teste online, para fins de autoconhecimento, sem valor clínico). O questionário avalia sua relação com o fumo e mede seu nível de tabagismo. Os níveis vão de “Muito baixo” a “Muito elevado”, de acordo com seus hábitos. A partir do resultado do Teste de Fagerström, o médico pode recomendar o melhor tratamento para você.

Classificação do tabagismo

De acordo com a Dra. Jaqueline Schosc Issa, doutora em cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e autora do livro “Deixar De Fumar”, com Orientações a pacientes sobre meios eficazes de parar de fumar, os médicos precisam inserir o tabagismo no resumo clínico de alta de seus pacientes. “Existe uma certa omissão por parte do meio médico em fornecer uma abordagem ao paciente. Muitas vezes, nem se pergunta na internação se ele é fumante ou não. A internação é uma excelente oportunidade para que o indivíduo pare de fumar, desde que seja assistido. Além de ser uma oportunidade de os médicos avaliarem o tabagismo do ponto vista estatístico, relacionando-o a doenças, internações e custo econômico”, revela.

A especialista cita que existe inclusive uma classificação do tabagismo no Código Internacional de Doenças (CID Z72.0). Para ela, é preciso abordar os fumantes no momento da internação e propor o tratamento para que o paciente não tenha recaída. “Aproximadamente 50% dos pacientes pós-internação (relacionada a doença cardiovascular), no período de seis meses sem fumar, voltaram ao vício porque não tiveram uma assistência, um acompanhamento”, declara.

Tratamento

O objetivo do tratamento é que o fumante vença a abstinência. Para isso são indicadas a reposição de nicotina (na forma transdérmica ou goma de mascar) e a bupropiona.

A reposição é feita com base em doses semelhantes às que o indivíduo fuma. Sendo assim, se a pessoa fuma 20 cigarros (1mg de nicotina) por dia, a reposição será de 20mg de nicotina. No começo é feita a reposição e em seguida inicia-se a redução progressiva, num período de quatro a seis semanas. “Deve ser um processo lento e gradual. É imperativo que dentro desse processo o indivíduo pare de fumar. Do contrário, ele pode ter uma sobrecarga”, alerta a Dra. Jaqueline.

A bupropiona é um antidepressivo, que age provavelmente diminuindo a recaptação de dopamina, com mínimo efeito sobre a recaptação de serotonina, indicado para tratamento do tabagismo, pois minimiza os sintomas da abstinência nicotínica.

“Percebemos que as pessoas que são bem responsivas à bupropiona nos primeiros dias já não sentem necessidade de fumar e constatam um auxílio importante dessa medicação”, afirma a Dra. Jaqueline.

Segundo ela, o paciente pode continuar fumando até o oitavo dia quando lhe é prescrita a bupropiona. Esse intervalo é permitido por ser o período em que o medicamento atinge o nível sérico de ação. A Dra. Jaqueline recomenda como dose máxima e efetiva 300mg com intervalo de oito horas entre os dois comprimidos indicados. Com a utilização desse medicamento, é necessária a abstenção completa do uso de bebida alcoólica.

“A eficácia com o uso da bupropiona é de 50% na fase de uso, mas depois de suspensa, a recaída é também ao redor de 50%. Por isso, recomendamos que o médico prolongue o uso da bupropiona ou acompanhe mais de perto o paciente para que ele consiga, de fato, evitar a recaída”, alerta.

Segundo a Dra. Jaqueline, a reposição de nicotina tem uma taxa de sucesso com uso ao redor de 40%. Diferentemente da bupropiona, a recaída não é tão intensa depois de suspenso o uso da reposição de nicotina.) “Indicamos a bupropiona preferencialmente para mulheres, e em ambos os sexos para pacientes deprimidos e com excesso de peso. As mulheres particularmente respondem bem, porque a droga tem ação ansiolítica e as pacientes fumam muito por causa da ansiedade”, explica a médica, acrescentando que para os homens podem-se indicar as duas terapias. “Ambos os tratamentos têm eficácia, mas alguns pacientes não querem suspender o uso de álcool, e por isso optam pela reposição da nicotina.”

Uma segunda linha da medicação envolve o antidepressivo nortriptilina e a clonidina. “Há também uma nova droga, a vareniclina, que é um medicamento que atua especificamente no receptor de nicotina. Ele é um agonista parcial e os estudos estão em fases 3 e 4”, adianta.

ATENÇÃO! NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Fontes:
OMS – Organização Mundial da Saúde
Ministério da Saúdes de terceira mão
Fumantes de terceira mão– Scientific American Brasil;
Nicotine dependence; Quit smoking – Mayo Clinic;
Tabagismo – Fundação do Câncer

 

Ana Sodré

Sentir-se bem em fazer o bem… Sou antes de tudo um ser humano que ama a vida e estou sempre em busca de um mundo melhor. Atuei nos últimos 30 anos como empresária e editora, destacando três grandes publicações, a Revista Médico Repórter e o Jornal Hipócrates, atingindo a classe médica. E, por 2 anos a Revista Aimè, voltada para o público gay masculino, com venda em banca no âmbito nacional, sendo também distribuída na Argentina e em Portugal. A repercussão foi muito positiva, do qual recebi um prêmio Mulher Excelência 2009 - CIESP. Ao receber o convite para ser parte do Instituto - “Eu Causo”, foi como um raio de sol iluminando o meu horizonte… Envolvida na saúde, ao longo destes anos me deparei com diversas situações, oras boas, outras nem tanto, porém algo sempre me chamou a atenção, a fragilidade do Ser Humano. Pude perceber de perto, o quanto estamos vulneráveis mediante uma doença, quer seja em causa própria, ou de alguém da família, um amigo... Com base nessa premissa, agarro este projeto com o mesmo propósito: contribuir, através da informação, para um melhor estar! Estarei comprometida a identificar os avanços da medicina em prol da saúde, em responder as demandas da população; e vendo como as pessoas se conectam mais, me engajarei para que cada um de vocês utilize este portal, na certeza que irão encontrar um espaço acolhedor e aglutinador, para que juntos, possamos alcançar um estado de felicidade. Eu escolhi cuidar! … Eu causo!… E você?

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